Publicado por: donnamaroka em: 06/05/2010
Dia das mães está chegando e devo muito à minha. Ela me ensinou valiosas lições, e sou mais do que grata por tudo o que ela fez por mim!
Achei um texto muito interessante sobre o aprendizado que nossas mamães nos proporcionam ao longo da vida, e tenho certeza: cada uma delas nos fez ser um pouquinho mais gente cada vez que era aprendida. Beijos mãe!
Tudo o que sempre necessitei saber, aprendi com a minha mãe:
Minha mãe me ensinou a apreciar um trabalho bem feito:Se você e seu irmão querem se matar, vão pra fora. Eu acabei de limpar a casa!
Minha mãe me ensinou a ter fé: É melhor você rezar para essa mancha sair do tapete.
Minha mãe me ensinou a lógica: Porque eu estou dizendo que é assim, acabou, e ponto final!
Minha mãe me ensinou o que é motivação: Continua chorando que eu vou te dar uma razão verdadeira para você chorar!
Minha mãe me ensinou sobre minhas raízes: Tá pensando que nasceu de família rica é?
Minha mãe me ensinou a contradição: Fecha a boca e come!
Minha mãe me ensinou a ter força de vontade: Você vai ficar aí sentado até comer tudo!
Minha mãe me ensinou sobre justiça: Um dia você terá seus filhos, e eu espero eles sejam iguais a você… aí você vai ver o que é bom.
Minha mãe me ensinou a valorizar um sorriso: Me responde de novo e eu te arrebento os dentes!
Minha mãe me ensinou a retidão: Eu te ajeito nem que seja na pancada!
Obrigado(a), mamãe!
Fonte: texto retirado da internet.
Publicado por: donnamaroka em: 25/03/2010
Taaaaaanto tempo e eu nem lembrava mais disso aqui.
Meu ego super afim de ser massageado resolveu me fazer postar a minha resolução do famoso teste do Einstein que rola na internet e segundo reza a lenda somente 2% da população consegue resolver (um absurdo porque não é difícil, só é lógica pura).
Tá certo que eu me lembro de ter resolvido isso nos tempos de escola, mas o tempo não é um aliado da minha memória, então ele tava inédito pra mim, rs. Estranhamente eu completei mais rápido do que da ultima vez e não foi porque eu me lembrei não, foi cuca, pura cuca de aço. Tenho certeza que foi porque fiquei com o raciocínio mais rápido (ou pelo menos quero pensar assim… u_u)
Como eu sou uma pessoa do bem, é preciso clicar na imagem para ver a resposta. Quem não quer saber do resultado e sim matar o tempo fazendo o teste, é só clicar aqui.
ou não, já que esse é um blog autista. ¬¬
Publicado por: donnamaroka em: 10/12/2009
Estréia mais do que aguardada para 2010.
O mais novo projeto de Tim Burton, Alice no país das maravilhas conta com figuras já bem conhecidas dos filmes do cineasta, Johnny Depp e Helena Bonhan Carter.
A história parece se passar depois que Alice visitou o país das maravilhas, ela já está grande e recebe até uma proposta de casamento. Sem responder a pergunta, ela pede tempo e corre caindo novamente no buraco que dá acesso a estranha terra de bizarrices.
Eu já amava o filme da Disney da década de 50 por conseguir captar pelo menos um pouco da estranheza da história de Lewis Carrow, e agora o Tim Burton conseguiu captar a’ essência da essência’ (rs) justamente por ser tão familiarizado com o gótico e coisas esquisitas que eu adoro.
O filme tem estréia prevista para 4 de março de 2010.
Publicado por: donnamaroka em: 29/11/2009
Publicado por: donnamaroka em: 12/11/2009
Trailer do filme Prince of Persia (com título em português de Príncipe da Pérsia: As areia do tempo) baseado num famoso game de mesmo nome e que tem estréia (resistindo ao acordo ortográfico bravamente: Estreia) para o próximo ano. Nunca joguei esse jogo, mas me parece que a história é muito boa. Sempre gostei de filmes nesse estilo aventuresco, e só pela cara dele ví que era da Disney, então tomara que repita o sucesso de Piratas do Caribe.
Publicado por: donnamaroka em: 28/10/2009
Hoje estréia de ‘This is it’ nos cinemas de todo o mundo. E lá estavamos eu e família chegando bem cedo no Parkplex para garantir um lugar que ficasse bem longe de assistir com a fuça grudada na tela. Eu tinha a leve impressão que aquilo iria lotar de uma hora para outra, e realmente estava certa, a filinha cresceu vertiginosamente em poucos minutos, e estava recheada com um povinho bem do esquisito. Alguns até muito fanáticos, foram caracterizados de Michael à la Billie Jean, eu rí alto quando ví.
Mais engraçado foi quando a sessão anterior acabou, e o pessoal foi saindo com os olhos vermelhos, tinha gente aos prantos.
O bem da verdade é que o documentário pode ser mesmo mershan dos produtores ou um tapa rombo que o Michael deixou pra eles, mas que estava emocionante, isso estava. (Melhor parte foi o fight com o produtor musical, foi trash! Michael era perfeccionista demais, chegava a ser chato).
Nem precisa muito ser fã para gostar de uma música ou outra, o pessoal acaba cantarolando algum sucesso mesmo sem querer. Mesmo com a visão de que ele não passava de um pedófilo e esquito (esquisito ele era mesmo), acredito que muitos tem respeito pela pessoa talentosa que Michael Jackson foi, e vimos isso refletido em várias de suas aparições musicais, e agora bem mais depois de sua morte.
Eu gostei do documentário. E para aqueles que quando sobem os créditos gostam de correr em direção à saída, aguardem um pouco mais, tem frescurite depois dos créditos, mas vale a pena esperar pra ver.

Publicado por: donnamaroka em: 23/10/2009
6 da manhã.
Parada de ônibus lotada.
É, seria mais um dia daqueles.
Tráfego intenso em um dia nublado. Era impressão minha ou vinha chuva por ai? Muito azar pra quem na pressa não trouxe o guarda-chuva (mais azar ainda era ter feito escova no cabelo no dia anterior.)
Devagar quase parando lá vinha ele, sofregamente a tão aguardada condução de cada dia.
Ah, é aquela carroça velha novamente! Logo constatei. Tomara que não quebre mais uma vez. Quem era mesmo o político que iria trocar toda a frota de ônibus? Ah, deixa pra lá…
Ao se aproximar do ponto, a manada de gente finalmente estourou rumo ao grande veículo (obsoleto) não sabendo ainda ao certo onde o dito cujo iria parar. Os ônibus sempre encostam muitos metros depois, ou muitos metros antes, do que é previsto pelos passageiros, fazendo com que todos corram ensandecidos e desnorteados. “Motorista sem vergonha” é o que todos no mínimo expressam internamente, uma vez que alcançam a lataria que os levará ao seu destino.
A porta da esperança finalmente se abre e a cavalaria se exprime frente a ela. É cada um por si e a pequena porta para todos.
A gente sempre tenta ser o primeiro a entrar e garantir um lugar digno para ficar, mesmo que não passemos da catraca do cobrador (ir sentado, nem se cogita), mas a conclusão é que de certa forma pensar em lugar digno a essa altura é uma incoerência com a realidade, pois ônibus lotado não é e nunca foi sinônimo de dignidade.
A massa vai então entrando contrariando todas as leis da física e de forma brilhante todos acham um lugar para viajar (dignos ou indignos), e lá estava eu no meu cativo cantinho no primeiro degrau da porta (como sempre). Porque pensar que seria diferente?
- Com licença. – Pediu uma moça gentilmente, a primeira da manada a conseguir entrar no transporte e desafiando nítidamente a lógica do princípio do abarrotamento de gente intransponível. Ela queria a todo custo passar da catraca, e foi pedindo passagem as pessoas com passadas cavalares por cima dos mesmos, contrariando a polidez da sua voz.
As pessoas perdem a educação quando estão em um transporte público, muitas vezes não porque quererem, ou porque são mal educadas, mas é que dadas as circunstâncias uma pisada no pé é quase um cumprimento nessas horas.
Depois de alguns minutos parado, com todos acomodados ou não, o motorista finalmente arranca a ‘big machine’ do asfalto rumo a um triste e já esperado engarrafamento.
Eu, ‘razoavelmente’ conformada, com o peso da experiência que me dava esperanças de que paradas adiante eu logo me sentaria (no acento dos idosos é claro, se não tivesse nenhum para ocupar seus acentos de direito. Outro lugar somente já muito perto do meu destino, e não valeria mais tanto a pena) encostei-me na porta resignada.
A idéia de prosseguir por aquele percurso todo tomado pelo congestionamento não deixaria ninguém muito radiante, ainda mais eu pendurada na ‘porta’ com uma vontade insana de me jogar para fora, talvez no ímpeto de respirar ar puro novamente.
E pensar que aquele dia era somente a segunda-feira…
Bem, certas coisas realmente não são dignas de relatos, peripécias diárias num transporte público nem se fala, mas com bom humor é possível enxergar o lado cômico da vida, mesmo nos momentos que rir seria o ultimo a se pensar em fazer.
Já dizia um velho deitado: quem não tem carro caça com baú lotado.
Publicado por: donnamaroka em: 15/10/2009
Feliz dia do Professor!

- Turma irei fazer a chamada. Por favor façam silêncio.
- Tia, que dia é hoje?
- 15 de outubro Joãozinho, agora por favor faça silêncio. Armando?
- Presente.
- Betânia.
- Presente.
- Tiiiaaaa!!!!
- O que foi Joãozinho? Ainda não cheguei na sua vez.
- Não tia, é que Betânia não veio hoje, a mãe dela disse que ela estava doente e que…
- Como não veio, e quem é aquela ali?
- Ahh é verdade, desculpa tia eu não tinha visto ela, acho que sua mãe te obrigou a vir mesmo assim né Betânia? Sabe tia como são as mães quando…
- Ok, ok Joãozinho.
- Presente.
- Não era a sua vez, mas em todo caso sua presença já está assinalada. Agora deixe-me continuar.
- Sim, professora.
- José?
- Presente.
- Raimunda?
- Presente.
- Teob…
- Tiaaaaaa!
- O que é João?
- Tia, posso ir ao banheiro?
- Agora não.
- Mas é urgente.
- Espere um segundo. Teobaldo está ai?
- Sim, presente professora.
- Então agora posso tia??? Já passou um segundo.
- Vá logo! Mas não demore.
- Sim, senhora.
- Continuado…
- Mas tia…
- O quê é João?
- Antes que eu me esqueça. Feliz dia do professor, obrigado por estar aqui hoje.
- De nada João. Agora vá depressa que a aula já vai começar.
- Sim, professora.
Pois é, por mais difícil que seja, por mais trabalhoso que seja lecionar, por mais que temos nossos nervos testados a todo instante, por mais que nos atribuam mais ofícios do que somos capazes de exercer… Por mais que o desgaste fique evidente no final de cada semana, é engraçado como pequenos gestos nos fazem acreditar que por mais desmerecida que seja nossa profissão, o reconhecimento vem daqueles que nos ‘descabelam’ todos os dias .
Sou apenas uma estagiária ainda (trabalhando com fofurinhas de 2 anos), e já sinto muito do peso da profissão que escolhí. Existem momentos que pensar em desistir é a única solução para todo o peso da fadiga em nossos ombros. Mas quer saber, ser educador é para poucos ( e honrosos)… e aqueles que não reconhecem o valor do esforço de ensinar alguém é por que nunca aprendeu o verdadeiro valor da educação.
Publicado por: donnamaroka em: 08/10/2009
Passei por uma boa hoje.
Escapei fedendo de um possível diálogo mal sucedido no japonês. Cada aula é uma aventura, eu sou uma topeira-mor quando o assunto é língua japonesa. E toda vez que tenho que me mostrar oralmente eu me tremo toda. Haahahahaha. Bom eu e minha dupla respiramos aliviadas quando a aula acabou e não apresentamos nosso diálogo frajuto (Nada que não possa ser adiado. É como sempre digo: Melhor depois do que agora. Rsrs)
Tenho me divertido horrores nas aulas, o pessoal é meio comediante na sala.
Minha única motivação em ir a faculdade esse semestre é o meu amado ‘salve, salve’ japonês e as aulas de canto coral. Se noção de como cantar em coro é divertido, se eu soubesse disso já tinha fme matriculado nessas disciplinas há muito mais tempo.
Terapia. Isso resume tudo.